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Fernando Cerqueira: «Vítor Baía teve tudo à custa do FC Porto»

Foto: Manuel Araújo

 

Fernando Cerqueira, presidente da Comissão de Apoio à Recandidatura de Pinto da Costa, critica Vítor Baía por "nunca" ter ido a uma assembleia geral do FC Porto. "O Sr. Vítor Baía nunca esteve, e devia estar, em assembleias do FC Porto para questionar, esclarecer e ser esclarecido. Nunca faltei a nenhuma desde que me conheço e nunca o vi lá. Nós criticamos o Sr. Vítor Baía não é por aquilo que ele diz, por isso responsabiliza-o a ele. Criticamo-lo porque nunca o vimos numa assembleia. Eu não digo mal do FC Porto na via pública", afirmou, aRecord.

O histórico guardião dos dragões tem sido uma voz crítica da gestão atual dos portistas, sobretudo nas suas intervenções no programa Mercado, da CM TV, algo que não tem agradado à estrutura portista, que tem usado os meios oficiais do clube para o atacar. Fernando Cerqueira garante que é "independente", mas não deixa de recordar que "Vítor Baía tem tudo à custa do FC Porto e do presidente do FC Porto". "O Sr. Vítor Baía deu muito ao FC Porto, mas ganhou milhares e milhares com o FC Porto. O Sr. Fernando Cerqueira é sócio há 50 anos, paga quotas há 50 anos, tem cativo há 50 anos e nunca teve nada do FC Porto. É uma diferença muito grande. O Vítor Baía até mudou de clube, para o Barcelona. E passaram grandes promessas pelo FC Porto que não tiveram as mesmas oportunidades que ele. Ou os mesmos padrinhos, se calhar", atirou este adepto, de 75 anos.

Também Miguel Sousa Tavares, que tem criticado a atuação de Fernando Cerqueira e da comissão a que lidera, é visado. "Não conheço o Sr. Miguel Sousa Tavares de lado nenhum. A opinião dele a mim não me diz nada. Não sei se ele é sócio do FC Porto para ter o direito de poder falar nos locais próprios e órgãos próprios. E o Sr. Miguel Sousa Tavares, se é sócio, também nunca o vi numa assembleia", vincou.

Fonte: Jornal Record

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Antigo guardião deixa críticas à fórmula de gestão adotada

Vítor Baía: «Temos assistido a uma destruição da cultura do FC Porto»

Foto: Filipe Farinha

 
Vítor Baía voltou esta segunda-feira, na sua participação no programa Mercado, da CM TV, a tecer duras críticas à gestão atual da direção do FC Porto, considerando que o clube no qual se notabilizou se está a virar mais para o negócio do que para o sucesso desportivo. De resto, Baía considera que há mais pessoas habilitadas para concorrer à presidência do clube, apesar de apenas uma lista estar na corrida.

 

Vítor Baía: «FC Porto virou-se para a contratação e venda de jogadores»

"Neste momento capacidade e gente há, mas só uma lista vai concorrer. Não há mais ninguém porque se calhar ainda não é o momento. Se o atual presidente se candidatou, é porque tem força para fazer o mandato", começou por considerar, deixando depois claro em que lote se inclui.

"Estou no lote daqueles que estão atentos à realidade do que é feito no FC Porto, que têm legitimidade pelo seu passado e que falam sobre aquilo que acham que está mal no clube. A imagem que o FC Porto tem dado não tem sido boa, há um menor discernimento nas suas acções, o que nos deixa apreensivos", admitiu o antigo guardião do FC Porto.


De olhos postos na política recente do clube, Vítor Baía deixa críticas à forma de gestão adotada por Pinto da Costa e seus pares. "A mística e cultura do FC Porto não nasce num estalar de dedos, nasce porque tem atrás de si uma massa adepta extraordinária, que sente o clube como ninguém. Nos últimos 6/7 anos temos assistido a uma destruição do que é a cultura e o modelo de gestão do FC Porto, cultura essa que é a do negócio, do entreposto de jogadores. É uma mudança radical. As pessoas têm saudades dos tempos em que os jogadores morriam pelo clube. Os adeptos e sócios estão atentos à gestão que está a ser feita", assegurou.

"A relação entre Antero e Alexandre Pinto da Costa não existe, estão em pontos opostos. O FC Porto está para além de todas estas confusões, tem uma imagem imaculada. E todos aqueles que gostam do clube não ficam indiferentes a estas situações que nada têm a ver com a sua grandeza", finalizou.
Fonte: Jornal Record

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«Disse a Maicon para ficar em campo, ele saiu... o que podia fazer?»

José Peseiro esteve esta manhã em Setúbal, no Forum de Treinadores, onde falou do treino de futebol, da carreira e (ainda que com reservas) do FC Porto.

Pelo meio comentou também o caso de indisciplina de Maicon.

«Indisciplina? Se calhar não é indisciplina, se calhar é fraqueza», começou por dizer.

«Quando tu erras na rádio ou na televisão, podes emendar. O Maicon quando cometeu aquele erro não pôde emendar. E nem toda a gente consegue lidar com isso. Há homens que não são fortes o suficiente para conseguir lidar com o erro.»

Por isso a saída do FC Porto, que se consumou com o regresso ao Brasil, tornou-se a única alternativa para um jogador que não conseguia lidar com o erro.

«A primeira coisa que lhe disse foi ‘fica aí, que vais fazer o golo do empate’. Não resultou, o que posso fazer? Não tinha uma pistola para lhe apontar e obrigar a ficar em campo... Os jogadores não são marionetas, são seres efetivos de um processo.»

Ora o certo é que o plantel do FC Porto foi ficando mais curto e chega ao cúmulo de esta semana, com a saída de vários atletas para as seleções e com outros parados por lesão, o plantel principal portista só ter cinco jogadores para treinar.

Claro que vão surgir jovens da equipa B e dos juniores, para completar o grupo, mas do plantel principal José Peseiro só vai ter cinco jogadores.

«Mas isso já estava previsto e preparado», explicou o treinador.

«Dependemos de um negócio e temos de nos adaptar a este negócio. O dinheiro que ganhamos e o protagonismo que temos depende do tamanho do negócio. Por isso temos de nos adaptar a esta necessidade de ficar sem os melhores jogadores.»

Fonte: Mais Futebol

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